sábado, 18 de outubro de 2014

Halloween evangelístico? Isso existe?

Já falei muito por aqui sobre o trabalho e testemunho do Jimmy Needham, né? Admiro demais esse servo de Deus e oro ao Papai para que ele nunca se desvie de Seus caminhos e para que sua família seja mais e mais abençoada também! [Amém!]

Mas então, estamos já na segunda quinzena de outubro e no final deste mês é comemorado, sobretudo nos Estados Unidos, o Halloween (ou Dia das Bruxas). E no ano passado, na ocasião, a newsletter do Jimmy veio contando uma experiência que ele e sua família tiveram contextualizando essa data comemorativa em seu país. Achei o máximo, e outro dia me lembrei disso, durante uma discussão cristã a respeito da festa e quis muito traduzir para compartilhar. Espero que seja benção para vocês como foi para mim!


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Link para leitura direta no site dele: http://jimmyneedham.com/jimmy-needham/p523i4wr2kvr66wvv133stw8tmbcrp



Transformação da casa mal-assombrada: Como estamos alavancando o Dia das Bruxas para a Glória de Deus (sem ser desagradável ou herético)

Em 31 de outubro do ano passado, 400 crianças e adolescentes vieram pra nossa porta da frente querendo doces. Quatrocentos. Eu quero tirar um cochilo só de digitar isso. Se você está se perguntando o porquê, em grande parte se deve ao fato de termos nos mudado para Sleepy Hollow. Halloween é algo que vem no pacote de se viver aqui. De fato, quando nos mudamos, o primeiro comentário de nosso vizinho foi: “Você sabe sobre a sua casa no Halloween, né?” “Não”, eu respondi. “As crianças circulam o quarteirão só pra virem até aqui. A casa de vocês é A casa mal-assombrada!” É claro que ele quis dizer que os antigos proprietários transformaram o local em um espetáculo assustador a cada ano. Tudo que eu ouvi foi a pressão para manter o exagero.

Como você pode imaginar, isso nos colocou em uma posição inconveniente enquanto cristãos. Nós não estávamos animados em ostentar os demoníacos e violentos elementos que as casas assombradas normalmente necessitam (aquelas boas, pelo menos). No entanto, nós REALMENTE não queríamos ser aquele tipo de cristão excêntrico que fecha as cortinas no final de outubro com uma placa na porta que diz “boa sorte no inferno”. Ou ainda pior, aqueles que entregam folhetos evangelísticos ao invés de doces pelo Halloween. Ocorreu-nos que essa poderia ser nossa chance para redimir o feriado e alavancá-lo para a glória de Deus. Nossa solução: barras de doces e chocolates King Size (tamanho grande ou gigante).

Cada criança que fez a escalada pelos degraus da entrada (é uma longa subida, já que estamos em uma colina) teve o choque de sua vida de gostosura-ou-travessura com a gente jogando uma quantidade enorme de Twix, Snickers, Baby Ruth, Kit-Kat’s e mais em suas sacolas. Tivemos tantos visitantes que ficamos sem barras, embora tivéssemos 300! Foi uma coisa tão legal termos toda a nossa vizinhança literalmente à nossa porta. O campo missionário veio até nós! Nós sentimos uma alegria tão grande em ver os rostos surpresos das crianças e pais enquanto dávamos a eles os doces. Sabe por que amamos tanto isso? Porque gerou uma das melhores questões no universo para o mundo perdido perguntar ao salvo: “Por quê?” E que resposta nós temos para isso!

Eu não sei qual sua posição quanto ao Halloween (Dia das Bruxas). De fato, até a era do Twitter e Facebook, eu realmente não conhecia qualquer posição de cristãos. Talvez você chame de “Festival de Outono”, talvez você o rejeite completamente, talvez você não tenha perdido muito tempo para considerar as implicações de participar. Talvez você apenas goste de doces e mesmo que você tenha 18 anos, talvez você tenha aparecido na minha porta sem vestir qualquer fantasia e pedindo doces. Se esse é você... deixa quieto. Qualquer que seja sua opinião sobre esse assunto, minha oração é para que você veja essa noite não como algo para você fugir, mas algo para envolver com o Evangelho. Deus está em uma missão desde o início para redimir Sua criação. Ele foi a lugares escuros para levar uma luz brilhante. Se você é um cristão lendo isso, isso significa que Ele já o enviou nessa mesma missão também. Todo momento deveria ser visto por nós como uma oportunidade de redenção. “Assim, quer vocês comam, bebam ou façam qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus.” 1 Coríntios 10:31

Nesse Halloween vamos estar preparados. Nosso grupo da igreja irá nos ajudar a levantar recurso para comprar 640 barras King Size (tamanho gigante) esse ano. Hoje à noite vamos entregá-los com a ajuda de 25 estudantes universitários do nosso grupo caseiro (célula). Placas vão mostrar o caminho enquanto as pessoas sobem os degraus. “Quando você chegar ao topo, haverá barras King Size (tamanho gigante, king = rei), porque não existe um Rei tão generoso quanto o nosso!” Na descida dessa mesma escada os adeptos da “gostosura-ou-travessura” irão ver o versículo: “Pois o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.” (Romanos 6:23) Teremos estudantes postados na parte debaixo recebendo o pessoal. Estudantes no topo ajudando a mim e à Kelly [esposa do Jimmy] entregando os doces e puxando conversa, buscando oportunidades para proclamar Jesus a eles. A casa que uma vez foi conhecida como assombrada no Halloween está agora cheia de amor, dando o Espírito de Cristo e qualquer um que chegar encontrará um vislumbre dEle, mesmo que seja por meio de um Almond Joy.




ps: Aqui está uma abóbora que eu esculpi esse ano. Em respeito ao Dia da Reforma Protestante, posso apresentar minha homenagem ao Sr. Lutero. [O Dia da Reforma Protestante também é celebrado no dia 31 de outubro]

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Minha segunda newsletter!

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E já bate a nostalgia...

A caminho do Vale!

É engraçado tentar mensurar o tempo. Parece que vivemos tanta coisa dentro dessa base missionária, mas não foram nem três meses e já estamos às portas de começar nosso período prático do treinamento. E não expliquei antes, mas nessa segunda turma do curso não haverá prático para o Haiti, por dois motivos principais: alto custo da viagem e dificuldade de receber grandes grupos no país agora que a base da Mais já está operando com obreiros locais.

Os alunos serão divididos em três grupos. Iremos para uma cidade no Paraguai próxima da fronteira com o Brasil, para Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, onde existia um lixão há pouco mais de dois anos, e para um distrito do município de Jequitinhonha, em Minas Gerais - terra boa, terra linda! Indicamos o destino de nossa preferência de acordo com nossa vocação e, por isso, estarei a caminho do Vale do Jequitinhonha no próximo domingo, dia 19! Lá iremos dar suporte a duas missionárias que se mudaram para a região há dois anos, a fim de implementar um projeto visando ao desenvolvimento comunitário. Seremos parte desse trabalho e ainda iremos realizar o workshop da Mais, Missões para Todos em quatro igrejas diferenças, incluindo uma Igreja Metodista, minha casa! :)) Quem quiser conhecer um pouco desse projeto em andamento no Vale, confira a página deles no Facebook clicando aqui.

É bem possível que eu só consiga mandar outra newsletter depois do prático, que acontece de 19 de outubro a 17 de novembro. Nesse período, acredito que meu perfil no Facebook será o melhor local para acompanhar as novidades. #vamosnosfalando
No dia 04 de outubro tivemos o privilégio de realizar um culto voltado para a realidade da Igreja que sofre perseguição, na Igreja Presbiteriana em Jaburuna, onde fui escalada com mais duas amigas de CT para o prático de final de semana. Contamos com o apoio de outros amigos em treinamento conosco para empreender um teatro com simulação, palavra e testemunho. No último domingo à noite, dia 12, realizamos novamente a programação, atendendo a um convite da liderança da Congregação Presbiteriana em Riviera da Barra.
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No começo desse mês tivemos aula com Sina Saltbones, cristã norueguesa que dirige a ONG Refugee Alliance. Criada há três anos, eles trabalham duro para levar esperança aos refugiados na Noruega e ao campo em Meheba, na Zâmbia, onde vivem mais de 18 mil pessoas. Foi uma semana intensa e inspiradora, que ainda pode dar origem a projetos futuros de muita gente por aqui. A Sina nos deixou, também, um lindo exemplo: divorciada, mãe de dois filhos e com uma doença crônica ela se dedica 100% para que o Reino venha sobre Meheba.
Jantar marroquino na sexta passada: sentada no chão, comendo com as mãos, mulheres pra cá e homens pra lá.






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