domingo, 6 de julho de 2014

Tempo de levantar voo...

 
Em janeiro desse ano eu tava cheia de planos para o ano. Bons planos, planos que não tinham nada de errado... Na minha cabeça, eu iria aproveitar um ano praticamente certo de emprego (último ano de governo), começar uma pós-graduação a distância em uma boa universidade paulista e no segundo semestre ainda faria uma viagem missionária de cerca de duas semanas para a Estônia. Estava orando por esses propósitos e tinha a pretensão de, após realizá-los, começar um treinamento missionário em Vila Velha no ano seguinte.

Aproveitei duas semanas de férias que tive neste mesmo mês para correr atrás de toda a extensa documentação necessária para a pós e, também, para tirar meu passaporte, entre outras coisas, como renovar minha carteira de motorista. Estava animada. Ao contrário de outros janeiros, eu já tinha tudo esquematizado em minha mente. E tinha no meu coração a paz de que todas essas coisas estavam nas mãos de Deus, conforme eu mesma havia dito e repetido a Ele várias e várias vezes - algumas em meio a lágrimas com medo de buscar a minha vontade e perder o tempo perfeito da vontade dEle.

No final de fevereiro, fui recebendo emails da pós, etapa após etapa concluída. Restava, somente, a confirmação de que haviam fechado a turma. E no dia 28 chegou este email. Não fecharam. Meus olhos não acreditaram quando eu li isso com todas as letras, porque exatamente no mesmo instante me lembrei que tinha entregado esse plano nas mãos de Deus. Senti no meu coração a paz de que fiz o que estava nas minhas mãos e o que se seguiu foi resultado da vontade dEle se manifestando. Foi um sonoro "não" e uma incrível paz. E enquanto eu assimilava essa resposta, esse não, Ele começou a falar muitas coisas ao meu coração. Lembrei que queria fazer essa pós porque, apesar de perceber uma relação entre meu chamado e minha formação, tinha apenas minha graduação há anos e isso era muito pouco a oferecer para o Reino de Deus. Lembrei que anos atrás já havia tentado fazer uma pós e a mesma coisa tinha acontecido. Deus me mostrou que Ele não estava preocupado com a minha qualificação, uma vez que é Ele quem capacita. E começou a falar, também, que a ordem que estabeleci na minha mente talvez não fosse a que Ele tinha em mente... Talvez a oferta que eu havia recebido no início do ano não tinha a Estônia como destino. Tampouco esse seria o primeiro carimbo no meu passaporte... Talvez Vila Velha não era um plano distante, para o primeiro semestre de 2015...

Isso tudo veio como uma avalanche no meu coração. Não sabia se chorava ou se sorria. Mas no meio dessa confusão de emoções, sentia aquela paz inexplicável no coração, que me levou a postar o seguinte no Facebook:

"E aí chega a resposta daquele motivo de oração que a gente estava colocando diante de Deus desde o final do ano... preocupados em estar tomando uma decisão nossa. É, não era pra ser. Mas quando essa resposta vem, a paz chega junto, com a certeza de que a vontade dEle foi feita. Caminhos mais altos, vamos seguir sem olhar pra frente nem pro chão... os olhos devem estar nEle. Sempre! Amoooo! 'Quanto a mim, confio em ti, Senhor. Eu disse: Tu és o meu Deus.' Salmos 31.14"

Desse dia em diante, passei a "importunar" diariamente o trono da Graça, pedindo uma confirmação, uma direção, uma resposta do Alto. No dia seguinte, na verdade, já estávamos a caminho de Juiz de Fora para participar de um retiro muito abençoado junto com a mocidade liderada por um querido pastor e amigo (bem como a família dele). Lá, Deus me falou que a resposta viria, e que iria mudar todo o curso da minha vida. Ouvindo isso, já deu para imaginar qual seria, né? Mas ainda assim continuei insistindo e ansiando por ela. E nesse meio-tempo passei a imaginar várias coisas que implicaria essa grande mudança. A cada despedida que participava, imaginava como seria minha própria despedida. A saudade gritante que sentiria da minha grande, barulhenta, animada e linda família. Como seria falar isso pra eles, a começar pela minha mãe, excessivamente super protetora. E tudo que me perguntavam sobre o segundo semestre eu não sabia responder. "O que acha de fazer tal curso?", "Vamos viajar pra não sei onde?", "Que acha de trocar seu colchão?", entre muitas outras... Parecia que eu não dava a mínima importância para tudo isso que me colocavam, mas os meus "vamos ver", "eu não sei", de resposta eram, na verdade, a única resposta que eu poderia dar sem ser desonesta.

Vale destacar que comecei a escrever esse post no dia 18 de junho. Apenas 17 dias depois de ter feito minha matrícula na turma 2 do Centro de Treinamento de uma agência missionária que encontrou eco no meu coração desde quando a conheci - na verdade os conheci. :)) Uma semana depois de ter feito a matrícula e ter pedido total sigilo de quem a recebesse lá, contei pra minha família. Choradeira, drama, os mesmos cenários que imaginei várias vezes da saudade e da distância, eles também imaginaram. Ainda ouvi algumas cobranças como se eu estivesse tomando uma decisão com o intuito de machucar àqueles que mais amo, o que me doeu bastante. E nesse momento entendi porque a "resposta do Alto" não veio de uma maneira sobrenatural, de uma hora pra outra... porque Deus sabia que eu precisava me acostumar com a ideia primeiro, ideia que foi virando desejo, desejo que passou a crescer e arder dentro do meu peito. Aí, então, veio a paz, veio uma palavra dEle. Este era mesmo o tempo, esta era mesmo a vontade dEle.


Três meses inteiros indo trabalhar e curtindo a arquitetura e pensando no privilégio que tive ao poder passar pouco mais de dois anos naquele lugar (onde ainda trabalho, graças a Deus). Três meses inteiros me sentindo incrivelmente privilegiada por dirigir o estudo da célula com amigas que se tornaram cada vez mais queridas, estar junto com nossos jovens em classe de Escola Dominical. Ainda que triste, porque queria ter feito muito mais.

Ao preencher as fichas para o CT, tive que responder algumas perguntas sobre minha experiência de conversão e chamado. E percebi que foi tudo muito parecido. Já falei nesse blog sobre minha conversão. Na verdade me identifico muito com o testemunho do Mike Donehey, vocalista do Tenth Avenue North, que afirma que Jesus foi "Meu Salvador aos 5 anos. Meu Senhor aos 18. Meu Tesouro a partir dos 20".

Minha conversão também foi gradativa. Deus primeiro foi meu Pai, desde que eu me conheço por gente, provavelmente uns quatro anos de idade... Mas com o passar dos anos, passei a me relacionar com a Trindade - Pai, Filho e Espírito Santo. Do simples temor, (respeito e reverência) o relacionamento passou a ser baseado no amor (sem, de forma alguma, excluir o primeiro). De ouvir falar, passei a andar com Ele (#os3). E assim também acabou acontecendo com meu chamado. De repente fui percebendo que a única coisa que realmente me trazia uma sensação de plenitude e satisfação, era atuar no Reino. Voltar pra vida real era sofrido. Enquanto ideias ferviam no meu coração para o Reino de Deus, para minha vida profissional ou financeira eu não tinha qualquer direção ou objetivo a curto, médio ou longo prazos. Meus sonhos e ambições profissionais passaram a ter o Reino de Deus como fim. E assim foi acontecendo... aquele fogo queimando no meu coração, aquela sensação estranhamente clara de que eu não teria uma vidinha (sem pejorativismo nesse diminutivo) convencional como a maioria das pessoas.

Lembro-me de que há cerca de quatro anos, em um tempo de oração no Monte, recebi uma palavra, do Alto, a respeito de sonhos e de voar alto... mas que pra isso seria preciso tomar um impulso para levantar voo. Estou tomando o impulso e em menos de um mês estarei fora do ninho, do meu lugar de conforto. Lugar da onde só me imaginava saindo para o casamento - e abrir mão dessa ideia foi difícil no início. Já sinto saudade de tantas pessoas, rotinas, da minha casa, do meu carrinho, da minha falsa impressão de independência de fazer e comprar o que quero, quando quero. Mas tudo isso encontra dentro de mim uma enorme expectativa pelo novo de Deus. Sigamos rumo a isso! Sua Palavra vai iluminar o caminho a cada passo, até o destino final - Jesus! :))

E pra encerrar esse post, uma música que o Papai me mandou de presente num dia que as cobranças estavam incomodando... e que resume o porquê disso tudo.




I could just sit
Eu poderia apenas me sentar
I could just sit and wait for all Your goodness
Eu poderia apenas me sentar e esperar por toda Tua bondade
Hope to feel Your presence
Esperar sentir Tua presença
And I could just stay
E eu poderia apenas ficar
I could just stay right where I am and hope to feel You
Eu poderia apenas ficar onde estou e esperar para Te sentir
Hope to feel something again
Esperar para sentir algo outra vez

And I could hold on
E eu poderia me agarrar
I could hold on to who I am and never let You
Eu poderia me agarrar a quem eu sou e nunca deixá-Lo
Change me from the inside
Me transformar pelo interior
And I could be safe
E eu poderia estar segura
I could be safe here in Your arms and never leave home
Eu poderia estar segura aqui em Teus braços e nunca sair de casa
Never let these walls down
Nunca deixar essas paredes caírem

But You have called me higher
Mas Tu tens me chamado para mais alto
You have called me deeper
Tu tens me chamado para mais profundo
And I'll go where You will lead me Lord
E eu irei aonde Tu me guiares, Senhor
You have called me higher
Tu tens me chamado para mais alto
You have called me deeper
Tu tens me chamado para mais profundo
And I'll go where You will lead me Lord
E eu irei aonde Tu me guiares, Senhor
Where You lead me
Onde Tu me guiares

And I could hold on
E eu poderia me agarrar
I could hold on to who I am and never let You
Eu poderia me agarrar a quem eu sou e nunca deixá-Lo
Change me from the inside
Me transformar pelo interior
And I could be safe
E eu poderia estar segura
I could be safe here in Your arms and never leave home
Eu poderia estar segura aqui em Teus braços e nunca sair de casa
Never let these walls down
Nunca deixar essas paredes caírem

But You have called me higher
Mas Tu tens me chamado para mais alto
You have called me deeper
Tu tens me chamado para mais profundo
And I'll go where You will lead me Lord
E eu irei aonde Tu me guiares, Senhor
You have called me higher
Tu tens me chamado para mais alto
You have called me deeper
Tu tens me chamado para mais profundo
And I'll go where You will lead me Lord
E eu irei aonde Tu me guiares, Senhor
Where You lead me
Onde Tu me guiares
Where You lead me Lord
Onde Tu me guiares, Senhor

And I will be Yours, oh
E eu serei Tua, oh
I will be Yours for all my life
Eu serei Tua por toda minha vida

And I will be Yours, oh
E eu serei Tua, oh
I will be Yours for all my life
Eu serei Tua por toda minha vida

And I will be Yours, oh
E eu serei Tua, oh
I will be Yours for all my life
Eu serei Tua por toda minha vida
So let Your mercy...
Então deixe Tua misericórdia...

And I will be Yours, oh Lord
E eu serei Tua, oh Senhor
I will be Yours for all my life
Eu serei Tua por toda minha vida
So let Your mercy light the path before me
Então deixe Tua misericórdia iluminar o caminho diante de mim

Cause You have called me higher
Porque Tu tens me chamado para mais alto
You have called me deeper
Tu tens me chamado para mais profundo
And I'll go where You will lead me Lord
E eu irei aonde Tu me guiares, Senhor

Where You lead me
Onde Tu me guiares
Where You lead me Lord
Onde Tu me guiares, Senhor

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Post musical: existe certo e errado?



Já tem bastante tempo que recebi a sugestão de escrever aqui umas dicas musicais. Sugestão que encontrou eco dentro do meu coração, mas mesmo com tanta coisa em mente, ainda não tinha sentado para começar essa série de “posts musicais” que nem sei se terão fim... hehe



Não é fácil falar de música, é assunto polêmico, porque corre-se o risco de ser chamado de legalista. Exista ou não certo ou errado, uma coisa é certa: ouvir ou não música dita “secular” é uma escolha pessoal. E a minha decisão eu tomei já deve ter cinco anos ou mais. Como já escrevi no passado, não foi nada difícil. Em algumas situações em que senti falta de determinado cantor, Deus logo supriu essa falta com outro cantor igualmente talentoso e muito mais inspirado – porque era inspirado pelo Espírito dEle! Me alegro pelo privilégio dessa decisão e por ter um acervo de quase 19 mil faixas de temática ou autoria cristãs – possível graças ao Papai do Céu que foi atiçando minha curiosidade e ampliando meu conhecimento.


Preciso fazer a ressalva de que 90% (talvez mais) desse acervo é composto por músicas internacionais (em sua maioria em inglês). Para ser bem sincera, em português gosto de pouca coisa. Não que eu odeie, mas não gosto o suficiente para colocar no player e ficar ouvindo – já tem muuuuuita gente para competir pelos meus ouvidos. rs


Mas por que eu decidi parar de ouvir músicas seculares? Em primeiro lugar, observava que elas me levavam a um lugar (interior) que não gerava nada de bom. Por exemplo, sempre gostei daquelas musiquinhas meio melancólicas, mas as musiquinhas melancólicas sem a Palavra de Deus direta ou indireta só me afundavam na melancolia. A-MA-VA músicas de dor-de-cotovelo (tempos de “Spending My Time” e outras da Roxette!), mas o que isso produzia dentro de mim? Vazio, frustração, ansiedade, tristeza sem razão. Estes são apenas alguns exemplos (porque graças ao bom Deus, axé, pagode e afins nunca foi bem a minha praia!). Em segundo lugar as músicas de temáticas cristãs muitas vezes falam ao meu coração, trazem uma mensagem positiva e até elevam meu pensamento a Deus, a minha paz.


Não bastasse essa falta de frutos, a gente não é ingênuo (podemos até nos fazer de bobos para viver – como queremos) para fingir que é apenas música, porque não é. Todo mundo sabe que a música exerce, sim, um grau de influência nas pessoas, que ela gruda na cabeça e desvia nossos pensamentos do que é importante. A gente também sabe que a expressão musical é parte importante de muitas religiões e que muitos buscam “inspiração” em suas religiões para serem artistas relevantes ou de sucesso, pelo menos. Então, posso até valorizar o talento de alguém, mas esse talento, concedido (sim) por Deus, está a serviço de quem???


Desde quando eu tomei essa decisão até aqui, aprendi que não é fácil estabelecer essa divisão entre música cristã e secular – por isso mesmo eu escrevi desde o início sobre músicas com temática e/ou autoria cristãs (ou de cristãos). Rótulos são estabelecidos de acordo com opiniões e interesses. Falar em música gospel, como defende o Marcos Almeida, vocalista do Palavrantiga (única no momento a ter espaço no meu player da terrinha! rs), não faz o menor sentido uma vez que o gospel é apenas mais um estilo. Inclusive, meu objetivo nos próximos posts é apresentar pra vocês músicas que são benção em vários estilos – todas internacionais, tá? A gente não pode dar o que não tem... e meu acervo tem essas características, como já disse! rs



Muitos já devem conhecer a banda Switchfoot, dos surfistas cabeça de San Diego, Califórnia, que já tem quase 20 anos de ondas e estradas! :-) Já tinha lido há uns 10 anos uma entrevista do Jon Foreman, líder e vocalista da banda, na qual ele renegava o título de banda cristã. E sinceramente, a banda não precisa ser cristã quando as músicas e os músicos o são! É evidente no caso deles. As letras, o estilo de vida, o testemunho... Recentemente outra entrevista dele foi traduzida e rodou pra tudo quanto é lado na web. Para quem não leu, fica o link do Não Morda a Maçã. Sou suspeita pra falar, porque sou apaixonada por eles! Pelo trabalho da banda e pelo trabalho solo e invencionices do Jon Foreman!


É realmente difícil separar o que convém do que não convém quando temos um mercado cheio de interesses. Quem quiser ter uma ideia mais clara dessa visão mercadológica em cima do “nicho gospel”, dá uma lidinha nessa entrevista aqui: O gospel é apróxima onda brasileira, diz executivo que lançou Michel Teló. É de dar arrepio! Eu me incomodo com muita coisa dentro desse rótulo. Aquelas bandinhas formadas no moldezinho do mundo com umas letrinhas “marromenos” (confesso que às vezes julgo o álbum pela capa mesmo, nem ouço) me dão uma preguiça monstro. E isso a gente vê no mercado brasileiro e internacional, óbvio! Não só aparência, né, tem coisa que primeiro a gente ouve e nem desce na garganta, quanto mais subir ao trono de Deus! 


Para encerrar esse primeiro post, quero repetir que essa é a minha posição. E que devemos ter cuidado com tudo que diz respeito às nossas vidas. Devemos ter cuidado com tudo o que consumimos, não apenas a comida! E quem melhor pode nos orientar é o Espírito Santo e a Palavra de Deus... agora me diz, você consegue ouvi-Lo ou lê-la de boa com qualquer música de fundo? Fica a reflexão... A hora de colocar a Cruz no ombro pode até doer, mas a caminhada é só alegria... o fardo é leve!


Para quem quiser tomar a mesma decisão que um dia eu tomei ou renovar essa mesma decisão já tomada, vamos seguir juntos que ainda vou trazer muita coisa boa por aqui (trilha pra academia, pro trânsito, pra estrada, pra embalar sonhos, pra dançar sozinho, pra pagar mico, pra ter aquele momento só com Ele, e etc etc etc). Quero deixar um p.s. de que esta é minha prática e opinião, e não me arrependi nem por um segundo de fazer essa escolha, mas este é apenas um texto superficial a respeito disso tudo. Quem quiser conversar mais, pode me procurar ou procure mais material confiável por aí. 


Por fim, para encerrar esse post dito musical... uma das músicas mais fantásticas e inquietantes do álbum mais recente do Switchfoot, Fading West!





The World You Want



I’m picking up the pieces

Estou recolhendo os pedaços
I’m trying out adhesives

Estou testando adesivos
I’m trying to fix a place that feels broken
Estou tentando consertar um lugar que parece quebrado


All my words they fail me

Todas as minhas palavras me falham
My voices don’t avail me

Minhas vozes não me servem
I’m trying to say the hope that’s unspoken

Estou tentando dizer a esperança não dita

Is this the world you want?

Esse é o mundo que você quer?
Is this the world you want?

Esse é o mundo que você quer?
You’re making it

Você o está fazendo
Everyday you’re alive

Todos os dias que você está vivo

Is this the world you want?

Esse é o mundo que você quer?
Is this the world you want?

Esse é o mundo que você quer?
You’re making it

Você o está fazendo

The world feels so malicious

O mundo parece tão perverso
With all our hits and misses

Com todos nossos acertos e faltas
Feels like we’re in the business of rust

Sinto como se estivéssemos no negócio de ferrugem

It’s when I stop to listen

É quando eu paro para ouvir
All the moments I’ve been missing

Todos os momentos que estive perdendo
I finally hear a voice I can trust

Que finalmente escuto uma voz em que posso confiar

Is this the world you want?

Esse é o mundo que você quer?
Is this the world you want?

Esse é o mundo que você quer?
You’re making it

Você o está fazendo
Everyday you’re alive

Todos os dias que você está vivo

You change the world

Você muda o mundo
You change the world

Você muda o mundo
You change the world

Você muda o mundo
Everyday you’re alive

Todos os dias que você está vivo
You change the world

Você muda o mundo
Honey, you change the world

Amor, você muda o mundo
You change my world

Você muda meu mundo

You start to look like what you believe

Você começa a se parecer com aquilo que acredita
We float through time like a stream

Nós flutuamos no tempo como um riacho
But the waters of time

Mas as águas do tempo
Are made up by you and I

São formadas por você e eu
If you change the world for you, you change it for me

Se você muda o mundo pra você, você o muda pra mim

What you say is your religion

O que você diz é sua religião
How you say it’s your religion

Como você diz é sua religião
Who you love is your religion

Quem você ama é sua religião
How you love is your religion

Como você ama é sua religião
All your science, your religion

Toda sua ciência, sua religião
All your hatred, your religion

Todo seu ódio, sua religião
All your wars are your religion

Todas as suas guerras são sua religião
Every breath is your religion

Cada fôlego é sua religião